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Dados exclusivos · abril 2026

Raio X do Tênis Brasileiro

A plataforma de inteligência do tênis brasileiro publica, pela primeira vez, o retrato estatístico real de quem joga tênis no Brasil — do iniciante de 6 anos ao profissional do circuito ATP. Nada de achismo. Dados de 461 mil partidas.

Base 2007–2026 · Fonte primária: Tenis Integrado + ITA + fontes oficiais ATP/WTA + ITF

A base de dados

O que a Hard Court Brasil rastreia hoje

461mil
Partidas mapeadas
2007–2026
60.694
Atletas
no banco
6.991
Torneios
históricos
6.326
Treinadores
catalogados

O funil real

De quem joga tênis a quem vive do tênis

Já jogaram tênis no Brasil (Tenis Integrado)
47.762
Com WTN (World Tennis Number) registrado
29.02861%
Chegaram ao college americano
7411,6%
Profissionais brasileiros ATIVOS hoje
1330,28%

1 em cada 64 atletas chegou ao college americano. 1 em cada 360 vive do tênis hoje. O funil é brutal, mas é real.

Atividade 2026

O tênis brasileiro em tempo presente

Por estado

  • São Paulo1.492
  • Rio Grande do Sul465
  • Santa Catarina341
  • Goiás316
  • Paraná252
  • Rio de Janeiro223
  • Distrito Federal223
  • Minas Gerais199

Por idade

  • Sub-14814
  • Sub-16670
  • Sub-12583
  • 8 anos (Kids)410
  • 10 anos (Kids)169
  • 11 anos135
  • 9 anos (Kids)116
  • Total ativos 20262.840
2.067 atletas masculinos · 794 femininas · 119 torneios · 10.533 partidas
Ranking Kids: decisão consciente das federações
Dos 27 estados brasileiros, apenas Goiás mantém um ranking infantil formal. Sete estados publicam ranking infantojuvenil (BA, MS, PI, RJ, RO, RS, SC). Entre as grandes potências do tênis juvenil brasileiro — São Paulo, Paraná, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro — nenhuma publica ranking Kids. É uma decisão técnica das federações: nessa idade, ranking público pode fazer mais mal que bem — pressão precoce, rotulação de crianças, distorção de desenvolvimento. O Hard Court Brasil respeita integralmente essa decisão e oferece uma alternativa privada, acessível apenas ao responsável legal, dentro das diretrizes LGPD — ferramenta de acompanhamento pessoal, não de pressão.

A economia do circuito profissional

Quanto o tênis profissional brasileiro realmente paga — em USD abril/2026

1.340
Profissionais BR
na história
133
Ativos hoje
com ranking
58%
Ganharam < US$1K
na carreira
18
Passaram de US$500K
carreira inteira

Prize money médio por nível

  • Futures (ITF)US$ 4K
  • ChallengerUS$ 50K
  • ATP Tour (M)US$ 127K
  • WTA Tour (F)US$ 89K

Valores médios por atleta, carreira inteira. Base: 75 mil partidas processadas via fontes oficiais ATP/WTA, corrigido por CPI-U (abril/2026).

A realidade nua

  • Futures paga? Não.
  • Challenger é viável?Começa a ser.
  • ATP/WTA vive do tênis?Sim.
  • Só 11 BR passaram de US$1M total.
  • Os primeiros 4 anos de circuito são custo puro.
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Base 2007–2026 · 461k partidas · Metodologia auditável · Atualizado mensalmente

Ficha Técnica
EdiçãoHC-RaioX-Brasil v1.0 — 2026-04-15
AutoriaHard Court Brasil — Inteligência de Tênis
Data de corte dos dados15/04/2026 12:00 BRT
Próxima atualização previstaMensal (15/05/2026)
UniversoAtletas brasileiros com ao menos 1 registro no circuito federado entre 2007 e 2026. N=60.694 atletas · 461.003 partidas · 6.991 torneios. Funil college: 741 ativos (ITA) + 625 históricos (TennisRecruiting). Profissionais: 1.340 brasileiros com partidas ATP/WTA/Futures.
Fonte primáriaTenis Integrado (scraping com IDs reais de atletas e adversários) · ITA Rankings · TennisRecruiting.net · UTR Sports · COSAT · ATP/WTA Archive (via Jeff Sackmann até migração completa pra base HC) · U.S. Department of Education College Scorecard.
DeflatoresValores em USD corrigidos por CPI-U americano (base abril/2026). Valores em BRL corrigidos por IPCA série 433 do IBGE (base março/2026). Fluxos futuros em valores constantes da data-base (taxa de desconto real 6% a.a., Brealey-Myers-Allen).
Metodologia detalhada/docs/notas/2026-04-15-raio-x-brasil.md
Glossário/docs/GLOSSARIO_HC.md — definições canônicas (atleta ativo, WTN, SoS, funil college, etc.)
Limitações declaradasBase reflete apenas atletas registrados no circuito federado brasileiro. Atletas amadores sem registro no TI não constam. Cruzamento por nome entre bases (TI × ITA × TennisRecruiting) pode gerar falsos positivos em nomes comuns.
Correções / contatohardcourtbrasil@gmail.com
Formato de citaçãoHard Court Brasil. (2026). Raio X do Tênis Brasileiro, v1.0. hardcourtbrasil.com/raio-x-brasileiro