A Jornada
Da criança que descobre a bola até o veterano que ainda ama a quadra — a jornada é muito maior do que um único sonho. A Hard Court acompanha cada fase com dados reais, sem julgamentos.
106 milhões de pessoas jogam tênis no mundo.
~2.900 têm ranking ATP ou WTA ativo.
~400 competem no circuito principal (top 200 ATP + top 200 WTA).
Em 2024, apenas 53 tenistas no mundo inteiro ganharam mais de US$ 2 milhões.
Só no Brasil existem mais de 4.000 neurocirurgiões.
Ser excepcional não basta — você precisa ser excepcional entre os excepcionais.
Fontes: ITF Global Tennis Report 2024 · ATP/WTA Rankings 2025 · Sportico 2025 · CFM — Demografia Médica no Brasil 2024
A descoberta
Ninguém sabe nada ainda — e não precisa saber. A criança ama a bola. O pai ama ver o filho jogar. Torneios de clube, circuito Kids, primeiros adversários. Esse é o momento de plantar o amor pelo esporte, não de calcular o retorno do investimento.
A maturação
As bolas ainda são coloridas, mas já aparecem os primeiros rankings, e o corpo começa a acompanhar a cabeça. O atleta já sabe que gosta — agora descobre se quer competir de verdade. Os torneios ficam mais sérios, os adversários se repetem, e o técnico começa a falar em "projeto". O pai começa a fazer contas.
O sonho toma forma
Primeiro ranking CBT. Primeiras vitórias que importam. O filho começa a falar em virar profissional. O pai começa a pesquisar college tennis americano. Os dois estão certos — ainda é cedo demais pra decidir, mas não é cedo demais pra construir o histórico certo.
Dados mostram: atletas que chegaram a D1 começaram no circuito CBT nessa faixa etária e jogaram em média 17,6 partidas por ano.
A bifurcação
Os dados começam a falar mais alto do que os sonhos. O college vira o caminho palpável — educação de ponta, competição de alto nível, e uma bolsa que pode valer R$ 800 mil em 4 anos. O circuito profissional vira o que sempre foi: território de pouquíssimos.
A decisão
Emails para coaches. Official visits. Propostas de bolsa. O commit que muda a trajetória de uma família. Ou a escolha consciente pelo circuito profissional — com olhos abertos para o que os dados mostram. De qualquer forma: uma decisão informada vale mais do que qualquer sonho mal calculado.
A jornada não tem prazo
Aos 36 anos, Marco Trunguelliti entrou no top 100 do mundo pela primeira vez. Uma conquista que provavelmente vai abrir as portas de Roland Garros e Wimbledon, mudar o patamar financeiro e redefinir o respeito dentro do circuito.
Dados mostram: O funil profissional é cruel. Mas a jornada é muito maior que o funil. Independente do caminho — college, profissional, ou simplesmente o amor pelo jogo — o tênis acompanha quem ama por décadas. Circuito amador, categorias veteranas, torneios de clube. A paixão não tem prazo de validade.
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Banco HC · 461 mil partidas · 60 mil atletas · 6 mil torneios · base 2007–2026